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Junho Prata: Polícia Científica de MS atua na confecção de RGs para idosos e identificação de desaparecidos

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, está participando ativamente ...

06/06/2024 às 18h40
Por: Wesley Neres Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
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Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, está participando ativamente das ações do Junho Prata. Esta campanha é realizada pelo Governo do Estado em parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania, Assembleia Legislativa, UEMS, Polícia Civil, Polícia Militar e outros parceiros, com o objetivo de prevenir e combater a violência contra a pessoa idosa.

A Polícia Científica, através do Instituto de Identificação (II) e do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), contribuirá com a confecção de documentos de identidade e com a conscientização sobre a identificação de pessoas desaparecidas. Serão utilizadas tanto a coleta de impressões digitais quanto a de material genético para esses fins.

O coordenador-Geral de Perícias da Polícia Científica, José de Anchieta Souza Silva, enfatiza que "essas ações são serviços que desenvolvemos sempre, mas nesse Junho Prata reforçam o compromisso da Polícia Científica e do Governo do Estado em proteger e respeitar os direitos dos idosos".

A diretora do IALF, Josemirtes Prado da Silva, destaca: "sabemos a dor que é para uma família viver em busca de notícias de um ente querido. Aqueles que tenham um idoso ou qualquer outra pessoa desaparecida podem nos procurar com o boletim de ocorrência ou o número deste boletim para que seja coletada a amostra de DNA. O material genético pode ser coletado da saliva; o procedimento é indolor e leva apenas alguns minutos."

Ela acrescenta que a coleta é voluntária e totalmente gratuita. “O fornecimento de material genético não tem qualquer custo para as famílias e deve ser feito preferencialmente por parentes de primeiro grau dos desaparecidos, como pais, filhos e irmãos”, explica.

O DNA do próprio desaparecido também pode ser extraído de itens de uso pessoal, como escovas de dentes, escovas de cabelo, aparelhos de barbear, alianças, óculos, aparelhos ortodônticos, dentes de leite e amostras de cordão umbilical, caso existam. Todo o material recolhido será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas, por meio do Banco Nacional de Perfis Genéticos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

De acordo com diretora, essas amostras contendo os perfis genéticos de familiares de pessoas desaparecidas serão inseridas no BNPG (Banco Nacional de Perfis Genéticos). Através desse banco, é realizada uma busca para tentar encontrar possíveis vínculos genéticos entre familiares e os corpos não reclamados de todo país, e também de pessoas vivas sem identificação que estão em clínicas e abrigos de idosos, albergues e hospitais psiquiátricos.

Já o diretor do II, Daniel Ferreira, ressaltou que "estamos empenhados em colaborar com esta ação em todo Mato Grosso do Sul e prevemos a confecção de mais de 700 carteiras de identidade para a população idosa, com a participação em diversas ações na capital e no interior. Informamos ainda que estamos à disposição para realizar a coleta de impressões digitais nos casos de pessoas hospitalizadas sem identificação".

Ainda de acordo com Ferreira, equipes nos 79 municípios do estado estão à postos para realizar a coleta de impressões digitais nos casos de pessoas hospitalizadas e sem identificação.

“Outra questão importante é que idosos, acamados ou pessoas com deficiência recebem atendimento in loco e têm seu documento de identidade confeccionado onde estiverem. Isso já é costumeiro, mas é bom sempre frisar à população."

Mais informações

Os bancos de dados de DNA e de impressões digitais são fundamentais para o trabalho de busca de pessoas sem identificação e desaparecidas. Para mais informações sobre a confecção de carteiras de identidade para pessoas com mais de 60 anos, os interessados podem entrar em contato com o Instituto de Identificação pelos telefones (67) 3345-6704 ou (67) 3345-6794.

Para informações sobre a coleta de material genético de familiares de pessoas desaparecidas, o número de contato do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses é (67) 3345-6738.

Comunicação Polícia Científica de MS

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